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Infraestrutura· 17 de junho de 2026· 1 min de leitura

Lula aponta preparo da China como chave em domínio de terras raras

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a hegemonia chinesa no mercado de minerais críticos, como as terras raras, é resultado da falta de preparo de outros países.

Redação Giro Engenharia
Lula aponta preparo da China como chave em domínio de terras raras

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, nesta quarta-feira (17), a postura de países que questionam a hegemonia da China no mercado de minerais críticos, incluindo as terras raras. Lula afirmou que a posição dominante da nação asiática é resultado de seu próprio preparo e investimento, em contraste com a inação de outras potências.

A fala do presidente ressalta a importância estratégica dos minerais críticos, essenciais para a fabricação de tecnologias avançadas, componentes eletrônicos, equipamentos de energia renovável e até mesmo para a indústria de defesa. A China consolidou-se como o principal player global na exploração e processamento desses recursos.

Segundo Lula, o avanço chinês ocorreu ao preencher um vácuo deixado por nações como os Estados Unidos, que não se prepararam adequadamente para a exploração desses recursos. A observação aponta para uma falha estratégica de longo prazo por parte dos países ocidentais.

Essa dinâmica contribuiu para um crescimento significativo nos negócios e trocas comerciais com os chineses, solidificando sua influência em cadeias de suprimentos globais. A dependência de um único fornecedor para minerais tão vitais gera discussões sobre segurança de abastecimento e geopolítica de recursos.

Para os profissionais da engenharia e da infraestrutura, a declaração de Lula sublinha a necessidade de uma análise aprofundada sobre a origem e a segurança da cadeia de fornecimento de materiais estratégicos. A concentração da produção de terras raras na China impõe um desafio logístico e estratégico, exigindo que projetos de alta tecnologia e de transição energética considerem a volatilidade e os riscos associados à dependência de um único polo produtor.

Com informações de Agência iNFRA.

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