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Energia· 31 de outubro de 2026· 2 min de leitura

Mercado Livre vai erguer galpão de 122 mil m² em MG

Centro logístico em São Sebastião da Bela Vista, no Sul de Minas, terá obra acima de R$ 400 milhões, com entregas previstas entre 2027 e 2028.

Por Rafael Barcelar· Engenheiro (CREA-MG)
Mercado Livre vai erguer galpão de 122 mil m² em MG

A obra de um centro logístico do Mercado Livre em São Sebastião da Bela Vista, no Sul de Minas Gerais, já começou pela terraplanagem. Segundo a fonte, o empreendimento terá 122 mil m², custo de mais de R$ 400 milhões e 2 mil empregos previstos, com entregas programadas para o intervalo entre 2027 e 2028.

O município tem menos de 7 mil habitantes. Para uma cidade desse porte, um galpão de 122 mil m² é uma intervenção de escala muito acima do seu tecido urbano atual, o que tende a pesar em acessos, terraplenagem e infraestrutura de apoio durante toda a fase de implantação.

O material trata o projeto como centro de distribuição de grande porte. Ele não detalha, porém, o sistema construtivo, a configuração das edificações nem o traçado de acessos, e também não informa quem executa a obra.

Pelo que a fonte registra, a fase inicial foi a terraplanagem, etapa que define o nivelamento do terreno e, em geral, abre o cronograma de fundações e de estrutura de um galpão deste tamanho. Qualquer leitura sobre o avanço físico depende de novas informações da empresa ou da prefeitura.

Para quem projeta ou acompanha obras logísticas em Minas, o caso reforça a tendência de unidades de distribuição sendo implantadas fora das grandes metrópoles, em municípios pequenos, com impacto direto na mão de obra local. Os 2 mil empregos previstos equivalem a quase um terço da população do município, segundo o próprio censo que define a faixa de menos de 7 mil habitantes, e isso muda a conta de contratação e de moradia para quem vai tocar a obra.

O gestor público e o engenheiro de campo devem observar o que vem depois da terraplanagem, principalmente a capacidade de abastecimento de água, o acesso viário de carga e o cronograma até 2028, porque é aí que um projeto desse porte costuma pressionar a infraestrutura de uma cidade pequena."

Com informações de Click Petróleo e Gás.

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