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Energia· 01 de junho de 2026· 1 min de leitura

ONS e Norte Energia: disputa judicial sobre hidrelétrica alcança R$ 538 milhões

Valor em litígio com a Norte Energia, operadora da usina Belo Monte, aumentou 32% e chegou a R$ 538 milhões, segundo atualização do ONS enviada à ANEEL.

Redação Giro Engenharia
ONS e Norte Energia: disputa judicial sobre hidrelétrica alcança R$ 538 milhões

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) atualizou o valor da disputa judicial com a Norte Energia, empresa responsável pela operação da usina hidrelétrica de Belo Monte. O montante em litígio saltou de R$ 416 milhões para R$ 538 milhões, um aumento de aproximadamente 32%.

Os dados foram apresentados em um ofício enviado à Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) na última quinta-feira (28). A Norte Energia é a concessionária da usina hidrelétrica de Belo Monte, uma das maiores do mundo, localizada no rio Xingu, no Pará.

A divergência entre o ONS e a Norte Energia envolve questões relacionadas à operação e aos custos da usina. Detalhes específicos sobre a origem da disputa não foram totalmente detalhados no material, mas geralmente envolvem interpretações de contratos de concessão e repasses de custos operacionais.

O ONS, como órgão responsável pela coordenação e controle da operação do Sistema Interligado Nacional (SIN), tem a prerrogativa de contestar valores e práticas que considera irregulares ou prejudiciais ao sistema elétrico nacional.

A ANEEL, como agência reguladora do setor elétrico brasileiro, é a instância responsável por analisar e decidir sobre litígios dessa natureza, buscando garantir a segurança energética e a sustentabilidade econômica do setor.

A atualização do valor em disputa demonstra a continuidade do processo judicial e a importância da resolução para ambas as partes envolvidas e para o setor elétrico como um todo. A decisão final da ANEEL poderá impactar os custos operacionais e a rentabilidade do empreendimento.

O desfecho dessa disputa é aguardado com atenção pelo setor, pois poderá estabelecer precedentes para futuras controvérsias envolvendo concessionárias de geração de energia e o órgão gestor do sistema.

Com informações de Agência iNFRA.

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