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Mobilidade· 17 de maio de 2026· 1 min de leitura

Salvador registra aumento de 130% na presença feminina no transporte público em dois anos

Programa "Mulheres no Volante" impulsiona contratação e participação de mulheres em postos de motorista e cobradoras na capital baiana.

Redação Giro Engenharia· atualizado em 18 de maio de 2026
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Salvador apresentou resultados expressivos de seu programa "Mulheres no Volante" em Brasília, evidenciando um crescimento de 130% na participação feminina no transporte público urbano da capital baiana nos últimos dois anos. A iniciativa, focada em ampliar a presença de mulheres em funções de motoristas e cobradoras, tem demonstrado sua eficácia em promover a igualdade de gênero no setor.

O programa, lançado com o objetivo de criar um ambiente mais inclusivo e oferecer oportunidades de carreira para mulheres, tem superado as expectativas. A meta é não apenas aumentar o número de profissionais do sexo feminino nas linhas de ônibus, mas também garantir condições de trabalho equitativas e seguras.

Os dados apresentados pela prefeitura indicam que a estratégia tem atraído mais mulheres para o setor, tradicionalmente dominado por homens. Essa mudança reflete um esforço contínuo para diversificar a força de trabalho e reconhecer o potencial feminino em diversas áreas da engenharia e operação de serviços públicos.

A experiência de Salvador foi compartilhada em Brasília, com o intuito de inspirar outras cidades a replicarem modelos semelhantes. A discussão envolveu a apresentação de metas para ampliação da participação e contratação de mulheres, reforçando a importância de políticas públicas voltadas para a equidade.

O "Mulheres no Volante" vai além da simples contratação, buscando também a capacitação e o desenvolvimento profissional das mulheres inseridas no sistema de transporte. Isso inclui desde a formação técnica até o suporte para que se sintam seguras e valorizadas em suas funções.

O sucesso do programa em Salvador sugere um caminho promissor para a mobilidade urbana em outras metrópoles brasileiras, demonstrando que a inclusão de gênero pode trazer benefícios tanto sociais quanto operacionais para o setor de transporte público.

Com informações de Diario do Transporte.

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