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Energia· 05 de julho de 2026· 1 min de leitura

UFPR recebe R$ 60 milhões para liderar pesquisa em hidrogênio verde no país

A Universidade Federal do Paraná (UFPR) foi contemplada com um aporte de R$ 60 milhões para coordenar estudos e o desenvolvimento tecnológico do hidrogênio verde no Brasil.

Redação Giro Engenharia
UFPR recebe R$ 60 milhões para liderar pesquisa em hidrogênio verde no país

A Universidade Federal do Paraná (UFPR) recebeu um investimento de R$ 60 milhões para assumir a liderança em pesquisas sobre hidrogênio verde no Brasil. O recurso visa impulsionar a inovação e o desenvolvimento de tecnologias essenciais para a produção e aplicação dessa fonte de energia limpa no cenário nacional.

O hidrogênio verde é considerado um vetor energético promissor, produzido a partir de fontes renováveis, como solar e eólica, por meio da eletrólise da água. Sua importância reside na capacidade de descarbonizar setores industriais, de transporte e de geração de energia, contribuindo significativamente para a transição energética global e a redução das emissões de gases de efeito estufa.

Ao centralizar essas pesquisas na UFPR, o governo federal busca consolidar um polo de excelência no Paraná, com impacto em todo o país. A iniciativa posiciona o Brasil na vanguarda do desenvolvimento de soluções para a economia do hidrogênio, aproveitando o grande potencial do país em energias renováveis.

Para a engenharia, esse investimento abre caminhos para diversas áreas, desde a engenharia química e de materiais, para otimização dos processos de eletrólise e armazenamento, até a engenharia elétrica, para a integração com as redes de energias renováveis. O desenvolvimento de infraestrutura para produção, transporte e distribuição do hidrogênio verde também demandará expertise em engenharia civil e mecânica.

Profissionais da construção, infraestrutura e energia devem observar as novas normas e tecnologias que emergirão desses estudos. A pesquisa liderada pela UFPR tem o potencial de gerar conhecimento aplicado, formar mão de obra especializada e viabilizar projetos-piloto que podem, no futuro, transformar a matriz energética brasileira e criar novas oportunidades de negócio e atuação no setor.

Com informações de Tribuna do Paraná.

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