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Infraestrutura· 18 de maio de 2026· 1 min de leitura

Âmbar Energia pede R$ 735 milhões para abater tarifa no Amazonas

O pedido à ANEEL visa mitigar o impacto de um reajuste tarifário projetado em 23,15% para a conta de luz no estado do Amazonas.

Redação Giro Engenharia
Âmbar Energia pede R$ 735 milhões para abater tarifa no Amazonas

A Âmbar Energia Amazonas solicitou à Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) a antecipação de R$ 735 milhões referentes ao Uso do Bem Público (UBP). O pedido visa abater o impacto do reajuste tarifário projetado para o estado, que pode alcançar 23,15%, conforme análise dos técnicos da agência reguladora.

O UBP é uma compensação financeira paga pelas concessionárias de usinas hidrelétricas pela utilização de recursos hídricos para geração de energia. Estes valores são normalmente repassados a estados e municípios que abrigam os empreendimentos ou são afetados por eles, e sua antecipação seria direcionada para a moderação das tarifas de energia elétrica.

A projeção de um aumento de 23,15% na tarifa de energia no Amazonas representa um desafio significativo para consumidores e empresas da região. Para o setor de engenharia e infraestrutura, isso implica em elevação dos custos operacionais de canteiros de obras, fábricas de materiais e sistemas de transporte que dependem intensamente de energia elétrica.

A ANEEL, responsável pela regulação do setor elétrico brasileiro, é quem analisa a viabilidade técnica e regulatória de propostas como a da Âmbar Energia. A decisão sobre a liberação ou não desses recursos antecipados impactará diretamente a estrutura de custos do fornecimento de energia no Amazonas.

Se aprovada, a medida da Âmbar Energia pode proporcionar um alívio temporário nos custos de energia, evitando um repasse integral do reajuste aos usuários. Isso poderia influenciar o planejamento financeiro de novos projetos de infraestrutura e a sustentabilidade de operações existentes no estado, ao reduzir uma das principais variáveis de custo em uma região com alta demanda energética.

Com informações de Agência iNFRA.

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