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Infraestrutura· 20 de maio de 2026· 1 min de leitura

ANEEL responderá ao TCU sobre leilão de reserva de capacidade sem ultrapassar limites legais

Diretor-geral da agência afirma que questionamentos do Tribunal de Contas da União sobre o LRCAP serão respondidos dentro das competências legais da ANEEL.

Redação Giro Engenharia
ANEEL responderá ao TCU sobre leilão de reserva de capacidade sem ultrapassar limites legais

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) responderá aos questionamentos do Tribunal de Contas da União (TCU) a respeito do Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência (LRCAP) sem exceder suas atribuições legais. A declaração foi feita pelo diretor-geral da ANEEL, Sandoval Feitosa, nesta quarta-feira (20).

Segundo Feitosa, a agência atuará estritamente dentro de suas competências legais ao apresentar as respostas ao TCU. A reguladora busca garantir que o processo de resposta seja transparente e respeite os limites estabelecidos para sua atuação.

O LRCAP é um mecanismo que visa assegurar a disponibilidade de capacidade de geração de energia elétrica para atender à demanda, especialmente em períodos de pico. A forma de potência garante a disponibilidade de energia, independentemente do despacho efetivo.

Os questionamentos do TCU surgem em um contexto de análise de procedimentos licitatórios e regulatórios no setor de energia. O Tribunal tem a prerrogativa de fiscalizar a aplicação de recursos públicos e a conformidade de processos.

A ANEEL, como órgão regulador do setor elétrico brasileiro, tem a responsabilidade de definir as regras para leilões de energia e garantir a segurança do suprimento energético do país.

A posição da agência, conforme expressa por seu diretor-geral, indica uma postura de cooperação com o órgão de controle, ao mesmo tempo em que defende a autonomia técnica e regulatória da ANEEL.

O desdobramento dessa interação entre ANEEL e TCU poderá influenciar a forma como futuros leilões de reserva de capacidade serão estruturados e fiscalizados, impactando a previsibilidade e a segurança jurídica para investidores do setor elétrico.

Com informações de Agência iNFRA.

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