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Energia· 03 de novembro de 2026· 1 min de leitura

Inea multa Construtora Metropolitana em R$ 4,99 mi por obra no Rio

Obra de macrodrenagem dos rios Registro e Viegas, em Bangu e Senador Camará, recebeu multa de R$ 4,99 milhões. Contrato também está na mira do TCE-RJ.

Por Rafael Barcelar· Engenheiro (CREA-MG)
Inea multa Construtora Metropolitana em R$ 4,99 mi por obra no Rio

O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) multou a Construtora Metropolitana em R$ 4,99 milhões por irregularidades no contrato de macrodrenagem dos rios Registro e Viegas, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A obra, que fica nos bairros de Bangu e Senador Camará, tinha previsão de conclusão em janeiro de 2024 e ainda não foi entregue.

A punição não é a primeira. Segundo a fonte, a empresa já havia recebido uma advertência do Inea em 2025 pelo mesmo contrato. Agora, a multa vem somada a esse histórico de notificações do órgão ambiental.

O valor da multa, segundo o título da reportagem de origem, equivale a cerca de 20% do que ainda faltava pagar à empresa. A informação indica que o saldo restante do contrato era de algo próximo de R$ 25 milhões, mas a fonte não detalha esse número no material recebido.

O contrato também está sob análise do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), que, segundo a reportagem, mantém o caso na mira. O material não traz detalhes sobre o escopo do questionamento nem prazo para decisão do tribunal.

Para quem acompanha obras de drenagem urbana na capital fluminense, o caso chama atenção pelo tipo de intervenção. Macrodrenagem de rios é a base para reduzir alagamentos em bairros da Zona Oeste, e atrasos nesse tipo de canteiro costumam deixar os trechos já executados expostos a chuvas sem a função de escoamento prevista em projeto.

Para gestores e profissionais que fiscalizam ou executam contratos públicos de drenagem, o recado é direto. Multa do órgão ambiental somada a advertência anterior e a auditoria do tribunal de contas indica que o acompanhamento de cronograma e de medições precisa ser documentado com rigor, porque é nessa etapa que o contrato costuma ser questionado.

Com informações de Click Petróleo e Gás.

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