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Energia· 06 de julho de 2026· 2 min de leitura

Irena: Custo da Eólica sobe 3% e Solar Fotovoltaica cai 25% no Brasil

Relatório da Agência Internacional para as Energias Renováveis (Irena) aponta alta no custo da geração eólica onshore e queda expressiva na fotovoltaica no país.

Redação Giro Engenharia
Irena: Custo da Eólica sobe 3% e Solar Fotovoltaica cai 25% no Brasil

O custo nivelado da geração eólica onshore no Brasil registrou um aumento de 3% em 2025, alcançando US$ 31 por megawatt-hora (MWh). No mesmo período, a energia solar fotovoltaica apresentou uma queda expressiva de 25% em seu custo, chegando a US$ 37 por MWh. Esses dados são parte de um relatório da Agência Internacional para as Energias Renováveis (Irena), que detalha a evolução dos custos da energia renovável.

Apesar da elevação, a eólica onshore se mantém como uma opção competitiva. O estudo da Irena indica que, mesmo com o aumento, o custo da energia gerada por parques eólicos em terra continua abaixo do valor da solar fotovoltaica no cenário brasileiro, conforme os parâmetros analisados pela agência.

A redução significativa no custo da solar fotovoltaica é um fator que pode acelerar a sua expansão no país. Essa queda torna a tecnologia mais atrativa para novos investimentos, favorecendo o desenvolvimento de projetos e a diversificação da matriz energética nacional.

Para os profissionais da engenharia e gestores de infraestrutura, a dinâmica de preços das fontes renováveis é fundamental. A análise do Custo Nivelado de Energia (LCOE) é uma métrica crucial para avaliar a viabilidade econômica de empreendimentos eólicos e solares, orientando decisões de investimento e planejamento de longo prazo.

As variações de custo refletem uma combinação de fatores globais e locais, incluindo o preço de equipamentos, logística de transporte, custos de financiamento e o ambiente regulatório. A competitividade entre as diferentes fontes renováveis é um ponto de atenção constante para o setor.

A projeção de custos da Irena sinaliza a necessidade de uma análise contínua por parte dos desenvolvedores de projetos e decisores de política energética. O acompanhamento dessas tendências permite otimizar a seleção de tecnologias, mitigar riscos e maximizar o retorno sobre o investimento em um mercado de energia em constante transformação.

Com informações de MegaWhat.

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