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Energia· 24 de julho de 2026· 1 min de leitura

Navio Skandi Amazonas sofre perda total após encalhe em Macaé (RJ)

Embarcação de apoio offshore da DOF foi declarada como perda total construtiva após incidente na costa fluminense em maio.

Redação Giro Engenharia
Navio Skandi Amazonas sofre perda total após encalhe em Macaé (RJ)

O navio Skandi Amazonas, uma embarcação de apoio offshore pertencente à empresa norueguesa DOF, foi declarado como perda total construtiva. O incidente que levou a esta classificação ocorreu em maio, quando o navio encalhou na costa de Macaé, no Rio de Janeiro, exigindo uma manobra emergencial para estabilizar a situação.

A “perda total construtiva” é um termo técnico utilizado no setor naval e de seguros para indicar que o custo estimado para reparar uma embarcação e colocá-la novamente em operação excede seu valor de mercado ou um percentual pré-determinado desse valor. Isso torna o reparo economicamente inviável, levando à decisão de desativar o ativo.

Os detalhes específicos sobre as causas do encalhe e a extensão inicial dos danos não foram amplamente divulgados pela DOF. Contudo, a necessidade de uma manobra de encalhe sugere uma situação crítica, frequentemente empregada para evitar o naufrágio em águas mais profundas ou maiores impactos estruturais.

Para a DOF, uma empresa com significativa atuação no mercado de apoio offshore global, a perda do Skandi Amazonas representa um impacto direto na sua capacidade operacional e na composição de sua frota. Embora as embarcações sejam seguradas, a reposição ou substituição de um ativo especializado como este demanda tempo e um investimento substancial.

Este evento sublinha a importância contínua dos protocolos de segurança, da manutenção rigorosa e do planejamento de emergência nas operações offshore. Para os profissionais da engenharia naval e gestores de frota, acidentes como o do Skandi Amazonas servem como estudos de caso para aprimorar o design de embarcações, os sistemas de navegação e os procedimentos operacionais, visando mitigar riscos em um ambiente tão complexo e desafiador como o das plataformas e campos de petróleo no mar.

Com informações de Petronoticias.

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