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Infraestrutura· 30 de agosto de 2026· 2 min de leitura

Rio inicia obra de R$ 46,9 milhões para ampliar ponte na Ayrton Senna

Prefeitura do Rio de Janeiro iniciou intervenções viárias na Barra da Tijuca para criar uma terceira faixa e desafogar o tráfego local.

Por Rafael Barcelar· Engenheiro (CREA-MG)
Rio inicia obra de R$ 46,9 milhões para ampliar ponte na Ayrton Senna

A Prefeitura do Rio de Janeiro deu início às obras de ampliação da ponte sobre o canal na Avenida Ayrton Senna, localizada na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade. O projeto, orçado em R$ 46,9 milhões, tem como principal objetivo estrutural a criação de uma terceira faixa de rolamento no trecho, visando mitigar os gargalos de tráfego na região.

A intervenção de engenharia urbana atende a uma demanda antiga de fluidez viária no corredor de alta densidade. Com o avanço imobiliário e comercial do entorno, a capacidade original da via apresentava saturação nos horários de pico, exigindo modificações na geometria do sistema viário e reforço estrutural na travessia existente.

As equipes de engenharia trabalham na execução das fundações e na cravação de estacas para suportar a nova estrutura de alargamento da ponte. A ampliação requer cuidados operacionais para minimizar impactos na rotina dos motoristas que utilizam a via diariamente para acessar importantes centros comerciais e residenciais da Barra da Tijuca.

Além da laje adicional para a nova faixa de tráfego, o escopo da obra compreende a adequação do sistema de drenagem e a reestruturação da sinalização horizontal e vertical. A engenharia de tráfego municipal acompanha o canteiro para coordenar os desvios necessários durante as etapas mais complexas da fundação e concretagem.

Impacto para a infraestrutura

A execução de melhorias em eixos viários estratégicos altera a dinâmica operacional de grandes avenidas e exige planejamento logístico rigoroso das construtoras envolvidas. Para os gestores de infraestrutura e engenheiros civis, a obra na Avenida Ayrton Senna evidencia o desafio de modernizar vias já consolidadas sem paralisar o fluxo urbano.

A conclusão da terceira faixa vai redefinir a capacidade de escoamento do trjeto, aliviando a pressão sobre as estruturas atuais. Os prazos contratuais e o ritmo do canteiro determinam agora a velocidade com que a população sentirá a melhoria na mobilidade da zona oeste carioca.

Com informações de O GLOBO.

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