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Construção· 31 de outubro de 2026· 1 min de leitura

Suíça ergue torre de 30 metros impressa em 3D e sem fôrmas

Estrutura de 30 metros de altura na Suíça aposta em robótica avançada para eliminar o uso de fôrmas tradicionais de madeira e metal na construção civil.

Por Rafael Barcelar· Engenheiro (CREA-MG)
Suíça ergue torre de 30 metros impressa em 3D e sem fôrmas

A engenharia civil na Suíça alcançou um novo patamar de automação ao concluir a construção de uma torre com 30 metros de altura utilizando tecnologia de impressão 3D em concreto executada por robôs. O projeto elimina o uso de fôrmas tradicionais, um dos maiores gargalos de desperdício de material e tempo nos canteiros de obras convencionais. A iniciativa consolida a estrutura como o edifício impresso em três dimensões mais alto do mundo.

A execução da obra exigiu precisão milimétrica da equipe técnica para garantir a estabilidade do conjunto. Para isso, o projeto estrutural empregou 32 colunas portantes impressas diretamente pelo sistema robótico, distribuindo as cargas verticais de maneira eficiente sem a necessidade de intervenção manual pesada durante a deposição do material.

A eliminação das fôrmas tradicionais representa uma mudança profunda na logística de produção de edifícios de grande porte. Enquanto métodos convencionais demandam carpintaria complexa, montagem e posterior desforma, o processo robótico aplica a mistura de concreto apenas onde a geometria estrutural exige, reduzindo o volume total de insumos consumidos.

A tecnologia de impressão tridimensional aplicada a essa escala demonstra a viabilidade da fabricação digital em estruturas verticais de grande altura. Engenheiros e gestores de infraestrutura observam de perto a durabilidade e o comportamento mecânico das 32 colunas estruturais ao longo do tempo, parâmetros que definirão a adoção comercial em larga escala desse método construtivo.

O avanço técnico registrado na Suíça redefine os limites da produtividade na construção e sinaliza para o setor que a robótica aplicada ao concreto já substitui processos centenários em obras de engenharia de alta complexidade.

Com informações de CPG Click Petróleo e Gás.

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