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Infraestrutura· 04 de julho de 2026· 1 min de leitura

Transpetro faz 1º abastecimento com combustível 30% renovável em navio

O navio Olavo Bilac recebeu 400 toneladas de B30 no porto de Roterdã, marcando a estreia da empresa com combustíveis marítimos sustentáveis.

Redação Giro Engenharia
Transpetro faz 1º abastecimento com combustível 30% renovável em navio

A Transpetro realizou, na quinta-feira (2), o primeiro abastecimento de um navio de sua frota com combustível marítimo contendo 30% de conteúdo renovável, conhecido como B30. A operação inédita ocorreu no porto de Roterdã, na Holanda, e envolveu o navio Olavo Bilac, que recebeu aproximadamente 400 toneladas do novo combustível, em um passo estratégico da empresa rumo à descarbonização de suas operações.

O B30 é uma mistura de combustível que incorpora 30% de componentes renováveis em sua composição. A embarcação escolhida para esta iniciativa, o petroleiro Olavo Bilac, integra a frota da Transpetro, subsidiária da Petrobras responsável pelo transporte e logística de combustíveis no Brasil.

A iniciativa está alinhada à estratégia da companhia de ampliar o uso de combustíveis marítimos renováveis, buscando atender às metas globais de redução de emissões no setor de transporte naval. A escolha do porto de Roterdã, um dos maiores e mais importantes centros logísticos do mundo, ressalta a relevância e o alcance internacional da operação.

Para a engenharia naval e a cadeia logística de combustíveis, este movimento representa um avanço significativo. Ele demonstra a viabilidade técnica e operacional da adoção de misturas de biocombustíveis em larga escala por frotas de grande porte, abrindo caminho para futuras padronizações e investimentos em infraestrutura de abastecimento.

Profissionais da engenharia e gestores de infraestrutura devem observar atentamente o desenvolvimento e a regulamentação desses novos combustíveis. A tendência é de um aumento gradual na demanda por soluções de armazenamento, transporte e abastecimento que suportem esses blends, além de possíveis adaptações em motores e sistemas de propulsão para otimizar o desempenho e a eficiência. A decisão da Transpetro sinaliza uma mudança no perfil de exigência para projetos e operações no setor marítimo, com foco crescente na sustentabilidade.

Com informações de Agência iNFRA.

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