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Infraestrutura· 05 de novembro de 2026· 1 min de leitura

Ultragaz coloca primeiros postos de biometano na Bandeirantes

Ultragaz anuncia que, no início de 2027, operará dois pontos de abastecimento de biometano nos km 58 e 62 da Rodovia dos Bandeirantes, no Complexo do Lago Azul.

Por Rafael Barcelar· Engenheiro (CREA-MG)
Ultragaz coloca primeiros postos de biometano na Bandeirantes

A Ultragaz divulgou nesta quinta-feira (5) a implantação dos seus primeiros pontos de abastecimento de biometano em rodovia. Os postos ficarão situados no Complexo do Lago Azul, nos quilômetros 58 e 62 da Rodovia dos Bandeirantes (SP), em sentidos opostos, e a previsão é que entrem em operação no início de 2027.

Trata-se da primeira iniciativa da empresa de oferecer combustível renovável diretamente em uma via interestadual. O biometano, produzido a partir de resíduos orgânicos, apresenta menor emissão de gases de efeito estufa quando comparado ao gás natural convencional, o que o torna uma alternativa alinhada às metas de descarbonização do setor de transportes.

A escolha dos pontos de abastecimento no Complexo do Lago Azul responde à estratégia de atender fluxos de tráfego intenso, facilitando o acesso de caminhões e veículos de carga que já utilizam a rodovia como principal corredor logístico entre o interior de São Paulo e a capital.

A implantação exigirá obras de infraestrutura específicas, como tanques de armazenamento pressurizado, sistemas de compressão e dispensadores adaptados ao padrão de veículos a gás natural veicular (GNV). A Ultragaz informou que seguirá as normas da ABNT e as regulamentações da ANP para garantir a segurança e a qualidade do combustível.

Com a entrada em operação prevista para 2027, a empresa espera estimular a adoção do biometano no segmento de transporte rodoviário, reduzindo custos operacionais e contribuindo para a redução da pegada de carbono das frotas que utilizarem o novo ponto de abastecimento.

Para os gestores de infraestrutura e operadores logísticos, a novidade representa uma nova opção de abastecimento que pode impactar a escolha de rotas e a composição de custos de operação, exigindo análise de viabilidade econômica e adaptação de frota ao combustível renovável.

Com informações de Agência iNFRA.

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