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Carreira· 25 de maio de 2026· 1 min de leitura

Construção em wood frame ganha tração no mercado brasileiro

Sistema construtivo com madeira de engenharia apresenta crescimento impulsionado pela busca por agilidade e sustentabilidade.

Redação Giro Engenharia
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O mercado brasileiro de construção civil tem observado um avanço notável nas edificações que utilizam o sistema wood frame. Essa técnica construtiva, que emprega madeira de engenharia como principal elemento estrutural, tem ganhado espaço em diversos projetos residenciais e comerciais no país.

O crescimento se deve, em grande parte, à eficiência e velocidade que o wood frame oferece durante a obra. Os painéis e componentes são pré-fabricados em ambiente industrial, o que reduz significativamente o tempo de montagem no canteiro, além de minimizar a geração de resíduos e o impacto ambiental.

A sustentabilidade é outro fator chave para a expansão do sistema. A madeira utilizada é proveniente de florestas manejadas de forma responsável, o que contribui para a redução da pegada de carbono das construções. Além disso, o material possui bom desempenho térmico e acústico, o que pode gerar economia de energia nas edificações.

Profissionais da área apontam que a tecnologia possibilita maior controle de qualidade, pois grande parte do processo ocorre em ambiente fabril. Isso se traduz em maior precisão nas medidas e acabamentos mais refinados, características que atraem tanto construtores quanto consumidores finais.

Apesar de ainda não dominar o mercado em comparação com os métodos tradicionais, como alvenaria, o wood frame tem conquistado um nicho crescente. A tendência é que a participação desse sistema aumente nos próximos anos, à medida que mais empresas e profissionais se familiarizam com suas vantagens técnicas e econômicas.

Para o setor de engenharia e construção, a consolidação do wood frame representa uma oportunidade para diversificar métodos construtivos, otimizar prazos e entregar edificações com maior apelo sustentável e eficiência energética. A adoção em larga escala dependerá da contínua capacitação de mão de obra e da adaptação de normas técnicas.

Com informações de RADAR DIGITAL BRASÍLIA.

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