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Energia· 02 de setembro de 2026· 1 min de leitura

Eleições 2026 terão 100% de energia solar no TSE com nova usina

Tribunal Superior Eleitoral integra nova usina fotovoltaica no Distrito Federal para zerar saldo de consumo energético no próximo pleito.

Por Rafael Barcelar· Engenheiro (CREA-MG)
Eleições 2026 terão 100% de energia solar no TSE com nova usina

As Eleições 2026 serão as primeiras na história do Tribunal Superior Eleitoral a contar com o consumo anual de eletricidade totalmente compensado por geração distribuída de energia solar. A iniciativa resulta da assinatura de uma parceria estratégica que integra uma nova usina fotovoltaica localizada na região do Catetinho, no Distrito Federal, à unidade geradora que já opera na sede do tribunal.

Com a adição do novo parque solar, o Tribunal amplia a capacidade de autoprodução limpa para atender à totalidade da demanda energética de suas instalações. O modelo adotado utiliza o sistema de compensação de créditos de energia, permitindo que o excedente injetado na rede de distribuição compense o volume consumido durante os períodos de maior demanda, como ocorre na preparação e na apuração dos votos.

A integração operacional envolve a usina recém-incorporada no Catetinho e a infraestrutura já existente no complexo da sede do TSE. A combinação dos ativos fotovoltaicos consolida a estratégia institucional de eficiência energética e sustentabilidade para cumprir metas de redução de pegada de carbono em grandes eventos oficiais.

A adoção de matriz renovável em estruturas públicas de grande porte exige planejamento logístico e técnico na conexão com as concessionárias locais de distribuição. A engenharia por trás do projeto garante a estabilidade do suprimento elétrico e a correta contabilização dos créditos de energia gerados pelas placas fotovoltaicas ao longo dos doze meses que antecedem o pleito.

Para o setor de infraestrutura e engenharia elétrica, o movimento sinaliza a consolidação de diretrizes de transição energética em prédios públicos federais. O modelo de compensação integral em eleições serve como referência técnica para outras autarquias e órgãos do poder público que buscam zerar o custo e o impacto ambiental de suas matrizes energéticas operacionais.

Com informações de MegaWhat.

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