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Infraestrutura· 25 de junho de 2026· 2 min de leitura

Shell espera caducidade de MP da taxa de exportação e mantém processo

Presidente da Shell no Brasil expressa expectativa de que Medida Provisória sobre tributo e subsídio perca validade no Congresso.

Redação Giro Engenharia
Shell espera caducidade de MP da taxa de exportação e mantém processo

O presidente da Shell no Brasil, Cristiano Pinto da Costa, afirmou que a empresa e o setor de óleo e gás esperam a caducidade da Medida Provisória 1.340 no Congresso Nacional. A MP instituiu uma taxa de 12% sobre as exportações de petróleo bruto e criou a primeira subvenção para combustíveis no país. A Shell manterá seu processo judicial caso a medida não seja apreciada e perca sua validade.

A MP 1.340, editada pelo governo, gerou grande debate e preocupação na indústria petrolífera, que a vê como um fator de incerteza e potencial entrave à competitividade e aos investimentos no setor.

A taxa de 12% incide diretamente sobre o valor das exportações de petróleo, impactando a receita das companhias que operam no Brasil. O subsídio aos combustíveis, por sua vez, visa equilibrar os preços no mercado interno, mas adiciona complexidade regulatória.

A expectativa de caducidade da MP é compartilhada por diversas companhias e associações da indústria. A não votação de uma Medida Provisória dentro do prazo constitucional de 120 dias resulta em sua perda de eficácia, o que anularia os efeitos da tributação e do subsídio impostos.

A decisão da Shell de manter seu processo legal, mesmo diante da expectativa de caducidade, sublinha a seriedade com que a empresa trata a questão. Isso indica uma busca por segurança jurídica e a proteção de seus interesses contra medidas que considera prejudiciais aos seus negócios.

A indefinição em torno da MP 1.340 cria um ambiente de incerteza para o planejamento e os investimentos de longo prazo no setor de óleo e gás. Profissionais da engenharia e gestores de infraestrutura precisam monitorar de perto a tramitação legislativa, pois a manutenção ou a caducidade da medida terá impacto direto nos modelos de negócio, na rentabilidade dos projetos e na estratégia de exportação de petróleo do país.

Com informações de Agência iNFRA.

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